Lisboa: o que fazer

Programe-se para dispor de pelo menos 4 dias inteiros em Lisboa. A cidade é grande e há muito o que ver tanto nela quanto em seus arredores. Um ótimo aliado para explorar a capital portuguesa é o sistema de transporte público, que facilita a visita dividida por regiões. Você vai do seu hotel aos pontos turísticos de eléctrico(bonde), metro (metrô) ou comboio (trem) e dali segue a pé para desbravar a área. O táxi também é um ótimo companheiro de viagem, com corridas camaradas, na maior parte das vezes abaixo dos 10 euros. Carro só vale a pena para passear nos arredores; na cidade será um estorvo achar lugar para estacionar. O melhor é alugar no dia de sair da cidade para outras bases portuguesas. (Caso queira fazer Sintra + Cascais de carro, deixe o passeio para o último dia na cidade.)

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A partir da praça da Figueira (pertinho da estação do Rossio), embarque no eléctrico 12 para uma viagem ao lugar onde Lisboa nasceu. Desça no Largo Portas do Sol e siga para o Castelo de São Jorge (rua de Santa Cruz, tel. 351/218-800-620; aberto todos os dias entre março e outubro das 9h às 21h, e de novembro a fevereiro até as 18h), a maravilhosa fortificação construída pelos mouros no século 11, de onde você vai ter sua primeira vista panorâmica.
Depois da visita, pare no Miradouro de Santa Luzia, para outra linda vista da cidade. Se você tiver interesse, o Panteão Nacional (Campo de Santa Clara, tel. 351/218-854-8210) também está por ali, além da Feira da Ladra (Campo de Santa Clara, tel. 351/218-170-800), caso seja terça ou sábado.
Dali é Alfama abaixo. Caminhe sem pressa pelas pitorescas ruelas do tradicional bairro, parando na Igreja de Santo António de Lisboa (rua Pedras Negras, 1, tel. 351/218-869-145), onde o santo casamenteiro (que também é venerado na cidade) nasceu, em 1195.
Ao pé do bairro vai ser impossível não notar a pitoresca Casa dos Bicos, que depois de tornar-se sede da Fundação José Saramago passou a ter o interior visitável (rua dos Bacalhoeiros, tel. 351/218-802-040; aberta de segunda a sábado das 10h às 18h).
Continue o passeio por uma das portas de entrada de Lisboa, a Praça do Comércio (ou Terreiro do Paço, para os alfacinhas). A primeira parada, para realmente mergulhar em tudo o que você verá nos dias posteriores, é o Lisboa Story Center(Terreiro do Paço, 78-81, tel. 351/211-941-099; abre todos os dias, das 10h às 20h). Atravesse a rua para conhecer o Café-Restaurante Martinho da Arcada (Praça do Comércio, 3, tel. 351/ 218-879-259), onde Fernando Pessoa tinha uma mesa cativa, e para visitar o Arco da Rua Augusta (Rua Augusta, 2-10 – Aberto todos os dias, das 9h às 19h), símbolo do renascimento de Lisboa depois do malfadado terremoto (sobre o qual você aprendeu no Story Center). Faça um zieguezague pela Baixa Pombalina, a moderna cidade de grid quadriculado desenhada pelo Marquês de Pombal. Ao final você dará novamente no Rossio, mais ou menos onde começou o passeio; só que agora já terá motivos para tomar uma ginjinha, o licor oficial da cidade (que é doce toda vida, uma mistura de cerejas portuguesas, aguardente, açúcar, água e canela) n'A Ginjinha (Largo de São Domingos, 8, tel. 351/218-862-249).
Volte até o Elevador de Santa Justa (final da rua do Ouro). Suba, contemple Lisboa ao entardecer e saia pelo pontilhão que leva às ruínas da igreja do Carmo. Vire à esquerda e você chegará em meia quadra à rua Garrett, o coração do charmoso bairro comercial do Chiado. 9,5 entre 10 turistas brasileiros tiram uma foto ao lado da estátua de Fernando Pessoa no café A Brasileira (rua Garret, 120).
Você estará ao pé do Bairro Alto, reduto do primeiro turno da muvuca lisboeta (os bares agora precisam fechar às duas da manhã). Se ainda tiver disposição, você pode culminar esse dia intenso num restaurante onde se ouve o fado, seja ele de clássico ou vadio.

O segundo dia pode ser dedicado a Belém, o bairro do Descobrimento por excelência. Na Praça da Figueira, ou na do Comércio, pegue o eléctrico 15, com destino a Algés e desça na parada Pedrouços. Dali, comece pela Torre de Belém, construída no século 14. Você pode observar só de fora ou visitar por dentro. Caminhando pela margem do Tejo você chega ao Padrão dos Descobrimentos, que também pode ser admirado por dentro. Voltando para o interior do bairro pela Praça Império, dê uma olhadinha no Museu Coleção Berardo. Continue para o lindíssimo Mosteiro dos Jerónimos, visitando tanto a Igreja de Santa Maria de Belém quanto o claustro.
 estômago agradece a paradinha na Antiga Confeitaria de Belém, que existe desde 1837 no edifício de uma refinaria de açúcar, onde é feita a receita ~secreta~ dos maravilhosos docinhos típicos portugueses, que fora dali são conhecidos apenas como "pastéis de nata". Dois museus ali pertinho podem ser interessantes: o Museu de Marinha (Praça do Império - aberto de terça a domingo, das 10h às 17h), com seus modelos de navios da época dos Descobrimentos, e o Museu Nacional dos Coches (Praça Afonso de Albuquerque - aberto de terça a domingo das 10h às 17h), com uma coleção de carruagens a partir do século 17.
Embarque de novo no eléctrico 15 e desça no Calvário para terminar o dia no LX Factory, caminhando entre lojinhas, restaurantes e até uma baladinha -- ou volte para o centro para comer no Mercado da Ribeira. Tire um cochilo antes de sair para a noite da rua Cor-de-Rosa, no Cais do Sodré, que só acontece mesmo depois da meia-noite.
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Fonte:www.viajenaviagem.com

Bruxelas e seus segredos!

Dicas do que ver e fazer em Bruxelas


Veja dicas de o que fazer em Bruxelas, capital da Bélgica. Há muitos pontos turísticos para visitar em Bruxelas, assim como passeios, lugares ótimos para fazer compras, monumentos interessantes, parques e muitos outros locais que vão fazer que sua viagem seja inesquecível. Antes de saber o que visitar, vale avisar que em Bruxelas se fala tanto o francês quanto o holandês, sendo o primeiro o mais comum. 

O que fazer em Bruxelas

Grand Place de Bruxelas

A Grand Place é uma praça enorme que fica no centro da cidade e é considerada uma das mais bonitas do mundo. Lá são feitas várias feiras, manifestações e todo tipo de evento. A praça é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e abriga diversos edifícios e prédios muito importantes, como o prédio da Prefeitura, que foi construído entre 1402 e 1455 e que tem uma torre de 96 metros de altura. Outro edifício importante é a Casa do Rei, onde fica o Museu de Bruxelas. O prédio data também do século XV. Durante o mês de agosto, essa praça recebe um enorme tapete de flores, um dos principais cartões postais da cidade e não pode ficar de fora da lista de o que fazer em Bruxelas.

Grand Place em Bruxelas

Manneken Pis

O Manneken Pis nada mais é do que uma estátua muito emblemática na cidade, que representa um menino fazendo xixi. Essa estátua foi feita por François Duquesnoy em 1619, mas até hoje não se sabe ao certo o motivo. Uma das lendas diz que na época havia um menino e que com seu xixi ele conseguiu apagar um incêndio. Outra lenda, conta que o menino era um filho de um duque e que foi encontrado fazendo xixi em uma árvore, no meio de uma batalha. Algo muito comum, independente da finalidade que a estátua tivesse, é ver o menino vestido com camisetas dos mais diversos times de futebol, ou até mesmo com vestimentas típicas de algum país.

Manneken Pis em Bruxelas

Atomium de Bruxelas

O Atomium é uma estrutura metálica que foi criada em 1958 para a Feira Mundial de Bruxelas. Ela representa uma molécula, que teria sido ampliada milhões de vezes. Muita gente não sabe, mas além de ver a estrutura por fora é possível também entrar e ver toda a vista panorâmica da cidade. Dentro, ficam algumas exposições temporárias, além da exposição permanente que remete à Expo de 58. 

Atomium em Bruxelas

Palácio Real de Bruxelas

O Palácio Real de Bruxelas não é mais utilizado como residência real, uma vez que os reis moram no Castelo Real de Laeken. No entanto, o Palácio ainda existe e é onde o rei Filipe tem diversas reuniões e realiza alguns eventos. O Palácio foi construído em 1783 e ficou pronto em 1934. Uma curiosidade, é que a fachada que se vê atualmente, apenas foi construída em 1900, pela iniciativa do Rei Leopoldo II. 

Palácio Real em Bruxelas

Museus em Bruxelas

Para quem gosta de arte, os museus não podem ficar de fora da lista de o que fazer em Bruxelas. Em Bruxelas há diversos e variados museus que contam um pouco de tudo, seja história, arte ou cultura. Mas se há um conjunto de museus que não pode ficar de fora do roteiro é o Museu Real de Belas Artes, que na verdade é formado por quatro museus, todos conectados. O museu abriga mais de 20 mil obras que vão desde o século XV até os dias de hoje. 

Museu Real de Belas Artes em Bruxelas

Comidas típicas de Bruxelas

Tanto a Bélgica quanto sua capital, Bruxelas, são muito conhecidas pelo chocolate. Há diversas lojas de chocolate por toda a cidade, mas uma das mais indicadas e de maior tradição é a Les Galeries Royales Saint-Hubert. Uma grande galeria onde você pode comprar e experimentar todos os chocolates típicos dos mais variados sabores. Outra comida muito comum em Bruxelas são as batatas fritas, que vêm cheias de condimentos como ketchup, maionese, mostarda e outros molhos. 

Comidas típicas de Bruxelas

Parques em Bruxelas

Há diversos parques em Bruxelas, mas se há um que chama a atenção, é o Parque Cinquentenário da cidade. Ele é o principal parque urbano da cidade e recebe esse nome porque comemora os 50 anos de independência da Bélgica. Na entrada, fica um grande arco, chamado ''Les Arcades du Cinquentenaire'' e foi construído em 1905. O parque tem um grande espaço, com mais de 30 hectares propícios para todos os tipos de atividade ao ar livre. Um lugar que não pode ficar de fora da lista de o que fazer em Bruxelas.

Parque Cinquentenário em Bruxelas

Parlamento Europeu

Bruxelas é praticamente a capital da União Europeia e onde ficam alguns dos edifícios mais importantes desse bloco econômico. O Parlamento Europeu, também chamado de Eurocâmara, é um desses edifícios. A visita ao Parlamento dura cerca de 90 minutos e pode ser conhecido em qualquer uma das 24 línguas oficiais da União Europeia. 

Parlamento Europeu em Bruxelas

Loja do Tintin

O Tintin é um personagem muito conhecido, tanto nas histórias de quadrinhos quanto nos filmes e seriados lançados. Pouca gente sabe, mas Tintin é belga, então nada mais justo do que a loja do Tintin estar na capital da Bélgica, em Bruxelas. A loja fica perto da Grand Place e tem diversos produtos, todos baseados no personagem e suas aventuras. 

Loja do Tintin em Bruxelas

Não esqueça que o seguro viagem é obrigatório na Europa

Uma informação que é importantíssima para quem está planejando viajar para qualquer destino da Europa é sobre o seguro viagem internacional. Ele é obrigatório para poder viajar para lá. Se quiser saber mais detalhes veja nossa matéria sobre o Seguro Viagem para Europa, com tudo o que você precisa saber sobre o assunto, como funciona e dicas incríveis de como contratar um seguro viagem internacional excelente pelo menor preço. 


Dicas incríveis para economizar muito na viagem à Europa 

Não deixe de ver também nossa matéria com todas as dicas para economizar muito na Europa. São formas de economizar muito em sua viagem, em tudo o que for fazer. Desde o planejamento da viagem como hospedagem, seguro viagem, passagens, ingressos e transportes, até na hora da viagem com passeios, refeições e compras. Vale a pena conferir pois realmente é possível economizar muito. 

Ingressos das atrações de Bruxelas mais baratos 

Uma ótima dica para economizar com os passeios e atrações de Bruxelas e de toda a Europa, que são pagas, é comprar antes pela Internet, que é sempre mais barato e você economiza tempo fugindo daquelas filas gigantes nas bilheterias de cada atração. Um site muito bom que nós sempre utilizamos é esse Site de Ingressos da Europa que vende ingressos para todos os principais pontos turísticos e passeios das principais cidades europeias. Eles são um dos maiores vendedores de ingressos de passeios e pontos turísticos do mundo, o site está em português e o bom é que você compra todos os seus ingressos da viagem em um único lugar, ao invés de ficar comprando no site de cada atração. É muito mais prático, você tem um atendimento excelente para resolver qualquer problema ou dúvida que tiver e os preços são ótimos e muitas vezes mais barato do que no próprio site da atração. Facilitou bastante nossas viagens e ajudou a economizar um bom tempo sem pegar filas. Se prepare, pois as opções de passeios são enormes e dá vontade de fazer todos. Depois de comprar, você recebe por e-mail o voucher e todas as informações, tudo bem detalhado.


Pesquisa:http:www.dicaseuropa.com.br

Coisas legais pra fazer em Amsterdam

O que fazer em Amsterdam?  

 Museu do Van Gogh
O que fazer em Amsterdam
O Museu do Van Gogh é uma das principais pontos turísticos de Amsterdam (Foto: Daniel Duclos)
Sim, Van Gogh era holandês e não, você não quer nem saber como se pronuncia o nome dele em holandês (bem, se você insiste). O museu é imenso e, além de abrigar a maior coleção do mundo de pinturas e desenhos do cara, tem também obras de amigos, obras que influenciaram e uma área de exposição temporária. Se você tem o mínimo interesse em arte, vá sem medo e com um tempo pra gastar. Vale cada euro.
De sexta feira o museu fica aberto até as 22h00 e sempre rola atrações culturais - inclusive shows. De repente, vale a pena dar uma olhada. É um bom jeito de ver o museu de uma maneira diferente. E você pode inclusive fazer um tour com o Carlos, guia brasileiro do Ducs aqui. Sério, imperdível!

Sobre comprar ingressos online pro Museu do Van Gogh

Com o passar dos anos, o Museu do van Gogh foi ficando mais e mais popular. Tanto que reformaram a entrada deles, deixando bem moderna e bacana.
Mas isso, claro, quer dizer mais gente querendo entrar. E pra não deixar todo mundo o resto da vida na fila, guardando lugar pros netos, eles fizeram o seguinte...
O Museu do Van Gogh criou um esquema com 2 tipos de ingressos online: o blue lane e o yellow lane. O Blue Lane (Faixa Azul) é vendido apenas pelo Van Gogh mesmo. Esse ingresso é garantido que tem fila zero.
Por outro lado, você tem que marcar hora para ir, e se perder essa hora, bem, perde a entrada. E como os ingressos são limitados (justamente para não ter fila), se muita gente quiser no mesmo horário que você, o ingresso se esgota. É comum esses ingressos se esgotarem com semanas de antecedência!
Já o ingresso pelo Yellow Lane (Faixa Amarela) precisa ser trocado na hora no Van Gogh, mas usa uma fila separada daquela fila monstro da bilheteria física.
Com o Yellow Lane ticket, a espera é muito reduzida, praticamente zero, isso quando não é zero mesmo, e tem a vantagem de você não precisar marcar hora, basta ir quando quiser.
Durante alguns meses o Van Gogh ficou em reforma (já está aberto novamente), e as obras do mestre ficaram hospedadas no Hermitage Amsterdam. Isso foi legal porque serviu pra muita gente incluir mais um museu bacana na lista de coisas de o que fazer em Amsterdam.
O Hermitage Amsterdam é uma filial do famoso Hermitage de São Petersburgo, inaugurada com grande fanfarra em um lindo prédio de Amsterdam, datado de 1662! Tem um belo jardim, uma coleção permanente muito bacana e fica num ponto lindo da cidade, à beira do rio Amstel.
Hermitage Amsterdam
site: www.hermitage.nl/en
Endereço: Amstel, 51
Horário: Diariamente das 10h00 às 17h00, exceto quarta-feira, quando fecha às 20h00. Fecha de 1° de janeiro e 25 de dezembro.
Preços: €17,50 para quem tem 17 anos ou mais, até 16 anos é gratuito (traga uma identidade). Isso é a entrada para uma exposição. Exposições temporárias podem alterar o preço.

   O que fazer em Amsterdam: Casa da Anne Frank

O que fazer em Amsterdam
(Foto CC BY-NC Tales of a Wanderer)
Muita gente deve conhecer uma biblioteca chamada Anne Frank ou ter ouvido falar de um diário da Anne Frank. Resumidamente a história dela é a seguinte: Anne Frank era uma adolescente de 13 anos quando ganhou de aniversário de seu pai um diário. Ela, como toda a família, era judia e morava em Amsterdam. Isso era lá pelo começo dos anos 1940.
Logo depois dela ganhar o diário, os nazistas invadiram a Holanda e passaram a mandar os judeus para campos de concentração. Quando chegou uma intimação dos nazistas para a irmã de Anne, o pai delas resolveu que seria uma boa se esconder.
Eles fingiram que fugiram pra outro país, mas na verdade passaram a morar num anexo escondido atrás da empresa do pai. Viveram lá a família dela e mais algumas pessoas por uns dois anos, sem por o nariz pra fora, sem fazer barulho, compartilhando um único banheiro, em total confinamento. Uma hora eles foram descobertos (houve uma denúncia de alguém não identificado até hoje), presos e enviados pra campos de concentração. Toda a família morreu, menos o pai.
Quando a guerra acabou (dois meses depois da Anne Frank morrer), o pai voltou pra Amsterdam e descobriu que a filha manteve um diário durante toda a experiência. Ele editou e publicou o diário da filha, que acabou virando um best-seller e ela uma espécie de heroína nacional holandesa.
A casa onde a família passou pela provação é hoje um museu aberto à visitação pública e uma das maiores atrações de Amsterdam. Vá ver, mas esteja avisado de que é uma experiência que mexe com a gente (mexeu comigo, certamente).
O que fazer em Amsterdam
Moradores de Amsterdam homenageiam a memória de Anne Frank até hoje.

Sobre as filas na Casa da Anne Frank

Hoje em dia a Casa da Anne Frank é um dos principais pontos turísticos de Amsterdam. Sendo um lugar pequeno, ter fila é meio que uma consequência inevitável. Tanto que a própria fundação começou a organizar.
Primeiro, é muito recomendado comprar o ingresso antecipado pela internet. Tipo, muito recomendado. E muito, muito antecipado. Eles esgotam rápido.
Depois, a partir desse ano (2016), o horário das 9h00 até as 15h30 é reservado para quem comprou o ingresso online. Nem adianta ir direto na bilheteria querendo ficar na fila nesse horário que não rola.
Para ir na bilheteria e ficar na fila, o horário é das 15h30 até o fechamento (que varia com a época do ano, veja abaixo o serviço).
Depois da visita, aproveita para comer a melhor torta de maçã de Amsterdam ali perto no Jordaan.

Serviço

Site: http://www.annefrank.org/
Veja a página com o serviço.
Endereço: Prinsengracht 267
Horários: De julho a agosto, diariamente das 9h00 às 22h00. De 15 setembro até 14 de março, diariamente das 9h00 às 19h00. De 15 de março até 14 de setembro de domingo à sexta das 9h00 às 21h00 e de sábado das 9h00 às 22h00. (Fonte)
Ingressos: diretamente com a Casa da Anne Frank aqui.

 Passeio de barco pelos canais


O que fazer em Amsterdam
Canais de Amsterdam vistos por dentro: uma outra perspectiva da cidade
A Holanda tem longa tradição de lidar com a água, e suas cidades, algumas mais, algumas menos, são tipicamente cortadas por canais, construídos desde tempos medievais até hoje em dia.
E Amsterdam é das mais. É completamente recortada por canais, e um dos jeitos mais legais de conhecer os canais de Amsterdam é navegando por eles.
Pesquisa:www.ducsamsterdam.net

Dicas para curtir Londres!

Esqueça a Londres empertigada que você tem na cabeça. A capital da Grã-Bretanha foi conquistada por seu antigo império, e abraçou o multiculturalismocom um desprendimento que não se vê em nenhum outro lugar da Europa. Hoje você vai a Londres e vê o mundo.
A topografia e a geografia da cidade também mudaram. O novo ponto de referência é o Shard, um edifício em forma de obelisco que domina a margem do (despoluído) Tâmisa. Uma nova Londres está acontecendo no leste, onde o bairro de Shoreditch, colado à City, já se estabeleceu como o pólo de uma noite animada e democrática.
E o que ninguém acreditaria 20 anos atrás: come-se muito bem em Londres. E até mesmo barato: proliferam na cidade redes de restaurantes moderninhos, com pegada étnica, que ajudam a fazer render mais as suas libras.


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Quando ir?

Céu nublado e chuvisqueiro fazem parte da paisagem londrina. Incorpore um guarda-chuvinha ao seu equipamento de sair, ou aproveite para desenvolver a indiferença (ou seria fleugma?) britânica ante a água que cai do céu.
Sabendo disso, o inverno não parece tão feio, já que o termômetro raramente chega a zero e a intensidade de chuvas não aumenta.
E o verão não tem contra-indicações: você faz mais coisas na rua e dificilmente passa calor. Com exceção das über-atrações turísticas, como Palácio de Buckingham, LondonEye e Tower Bridge, não há filas absurdas (os museus, gratuitos, são bico para entrar).


Como chegar?

A British Airways voa direto de São Paulo e do Rio; a TAM, direto de São Paulo. Todas as outras cias. européias levam a Londres com uma conexão.
Chegue de trem se você vier de Paris ou Bruxelas (2h20 de viagem pelo Eurostar). Vindo de outros pontos da Europa, é melhor pegar o avião. Tente incluir escala em Londres na sua passagem transatlântica.
Calendário de preço de passagem aérea: Londres
Londres tem hotéis espalhados pela cidade inteira. Perto de estações, como Victoria e Paddington, há bolsões de hoteizinhos e bed & breakfasts em que a concorrência faz o preço baixar.
Duas áreas especialmente agradáveis, e com hotéis em conta, são South Kensington (perto do metrô Earl’s Court) e Bloomsbury (mais central). Se é para ficar perto de estação, eu ficaria em Euston, nas proximidades de King’s Cross/St. Pancras (a estação do Eurostar).
Quem quer turistar menos e curtir mais East London pode ficar em Shoreditch na boa.


Onde ficar

Londres tem hotéis espalhados pela cidade inteira. Perto de estações, como Victoria e Paddington, há bolsões de hoteizinhos e bed & breakfasts em que a concorrência faz o preço baixar.
Duas áreas especialmente agradáveis, e com hotéis em conta, são South Kensington (perto do metrô Earl’s Court) e Bloomsbury (mais central). Se é para ficar perto de estação, eu ficaria em Euston, nas proximidades de King’s Cross/St. Pancras (a estação do Eurostar).
Quem quer turistar menos e curtir mais East London pode ficar em Shoreditch na boa.


Daqui pra onde

Cambridge está a 50 min. de trem; Oxford, a uma hora. Num dia bonito – e se você tiver tempo sobrando – vale fazer um passeio a Brighton, (1h10), a praia mais próxima.
As termas romanas de Bath estão a 1h30 de trem. Para ir a Stonehenge você precisa ir de trem a Salisbury (1h30) e então pegar o ônibus local. Há tours que conseguem fazer Bath e Salisbury no mesmo dia.
A bela Edimburgo, na Escócia, está a 4h de trem, e dá boa continuação de viagem. Tendo coragem de dirigir na mão inglesa, há roteiros belíssimos para fazer nas ilhas britânicas – as Highlands na Escócia, as Cotswolds no sul da Inglaterra, o interior da Irlanda.


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Fonte de Pesquisa:www.viajenaviagem.com

Encantos de Berlim!

dicas berlim criativa
É praticamente impossível definir Berlim numa única palavra, mas se tiver que escolher apenas um adjetivo seria surpreendente. A capital alemã é extensa – tem nove vezes o tamanho de Paris e é a segunda cidade mais larga do mundo, só perdendo para Los Angeles –, não tem um único centro e os berlinenses costumam dizer que cada um de seus 12 bairros é uma cidade diferente. Para desbravar a plana Berlim, faça como os locais: pedale. Grande parte dos 3,5 milhões habitantes não usa carros e se movimenta sobre duas rodas.
A cidade partida ao meio por um muro durante 28 anos (1961 a 1989) tem muita história para contar e também guarda tesouros do mundo inteiro. Museus não faltam por lá: são cerca de 180 e 440 galerias. A quantidade de museus só deve perder para o número de casas noturnas. A balada de Berlim é famosa mundialmente e tem lugares para todos os tipos de público. “That city that never sleeps” também serve como refrão para a capital da Alemanha. 



Conheça 12 programas imperdíveis na capital alemã:  
1.Panorama Punkt – a melhor vista do alto 
Suba no elevador mais rápido da Europa – 24 andares em 20 segundos – para ter uma visão de 360 graus da multifacetada Berlim. Um terço do território da cidade é verde e do alto dos 250 metros do edifício é possível observar os parques e os muitos jardins suspensos que colorem os topos dos prédios. Aproveite para tomar um drinque no café instalado no último andar enquanto admira a paisagem.
Entrada: 5,50 euros 
Potsdamer Platz 1 (Kolhoff Tower) 
www.panoramapunkt.de

2. Café da manhã na França do século 19 
Antes ou depois de visitar o Panorama Punkt, aproveite que está na Potsdamer Platz e tome um dos mais deliciosos cafés da manhã da cidade. E, de quebra, faça uma viagem ao tempo. A Desbrosses Brasserie, que fica no hotel The Ritz-Carlton, recria um empório da histórica cidade francesa de Macôn, no final do século 19. No bufê, crepes orgânicos feitos na hora, iogurtes naturais, com destaque para o de baunilha, um balcão só de queijos, outro de ovos com diferentes maneiras de preparo, além de peixes, frios e pães de todos os tipos. Os produtos expostos nas prateleiras, como geleias e vinhos, não fazem apenas parte da decoração. Todos estão à venda.
Desbrosses Brasserie no Ritz Carlton 
Bufê: 38 euros por pessoa 
Potsdamer Platz 3 

3. Ilha dos Museus: cinco museus de uma só vez

Cinco museus no mesmo dia
Divulgação
Cinco museus no mesmo dia

Entre os cerca de 180 museus da cidade, a Ilha dos Museus é programa obrigatório e ganhou status da Unesco de patrimônio mundial da humanidade. São cinco museus num mesmo lugar. Destaque para o Neus, reaberto em 2009 e que tem como atração principal o busto da rainha egípcia Nefertiti, uma das mulheres mais célebres da antiguidade e símbolo da beleza feminina. Vale também uma vista ao imponente Pergamon.
Museu Neus 
Museumsinsel, Mitte 
Aberto todos os dias
Museu Pergamon 
Museumsinsel, Am Kupfergraben. 5 – Mitte 
Aberto todos os dias

Um tour de bike é obrigatório em Berlim para entrar no clima: vale até bike taxi

Um tour de bike é obrigatório em Berlim para entrar no clima: vale até bike taxi


4. Tour de bike 
Mesmo com uma rede de transporte público de primeira, a bicicleta é o meio de locomoção preferido de muitos berlinenses. A cidade plana e com ciclovia por toda parte contribui para as pedaladas. Boa parte da ciclofaixa passa por cima das calçadas, demarcada com tinta vermelha. Por isso, cuidado: à menor distração, você pode ser atingido por uma bicicleta. Exageros à parte, os ciclistas são bastante respeitados pelos motoristas e por isso vale entrar no clima e alugar uma bike. Se o equilíbrio não ajudar, outra opção é conhecer a capital com uma bike taxi, em que um condutor pode levar até duas pessoas no veículo.
Aluguel de bicicleta: média de 12 euros por 24 horas 
Bike taxi: o preço varia de acordo com o trajeto 
www.biketaxi.de


5. Cartão-postal 
Tem que ir, nem que seja apenas para tirar uma foto: o Portão de Brandemburgo. O arco é o símbolo da separação das duas Alemanhas e, após a queda do muro em 1989, tornou-se o marco oficial da reunificação alemã. 
6. Currywurst

Salsicha com especiarias e batatas fritas: a comida de rua dos berlinenses
Luciana Franca
Salsicha com especiarias e batatas fritas: a comida de rua dos berlinenses

O currywurst é a mais popular comida de rua de Berlim. A receita da salsicha temperada com especiarias é atribuída a Herta Heuwer que, devido à escassez de alimentos após a Segunda Guerra, decidiu incrementar a tradicional salsicha de porco alemã com ingredientes que conseguiu com o exército britânico: ketchup, molho inglês e curry em pó. Um dos lugares para experimentar a currywurst é no Curry 36. Os berlinenses gostam de pedir o prato acompanhado de batatas fritas e comem de pé, nas mesinhas altas na calçada.
O currywurst com fritas sai por 2,80 euros no Curry 36. 
Mehringdamm, 36

7. O prédio mais importante 
O Reichstag é a sede do parlamento alemão desde 1999, quando o governo alemão foi transferido de Bonn para Berlim. O edifício neorrenascentista, totalmente destruído na Segunda Guerra, passou por uma modernização nos anos 1960 e foi completamente reformado nos anos 1990. O impressionante domo de vidro é uma referência à cúpula original de 1894 e está aberto a visitação. 

Veja: 
- Descubra Budapeste 
8. Parque Temperhofer Freiheit Em 2010, Berlim ganhou uma imensa área verde desde que o antigo aeroporto Tempelhof virou um parque. O local, construído entre 1936 e 1942, serviu como base área americana antes de ser transformado num aeroporto civil. O hall principal com arquitetura original dos 1960 vale uma vista. Mas a imensa área ao redor das pistas de decolagem é o grande atrativo. Em 2013 começam as obras do projeto de desenvolvimento do parque que terá café, playground, lago artificial e pista de patinação no gelo, entre outras atrações.
No verão, o horário de funcionamento é até às 22h30 
O parque fica no bairro de Neukölln 
http://www.tempelhoferfreiheit.de

9. Bairro descolado

Mitte: área cool da cidade
Luciana Franca
Mitte: área cool da cidade

Mitte, o antigo bairro judaico, é uma das partes mais cool da cidade e onde se instalaram os estilistas e designers locais. Em cada pátio das fábricas desativadas – e são vários deles – há uma surpresa: grafites pelas paredes que anunciam uma galeria de arte ou um charmoso café. O renomado restaurante Pauly Saal também é referência na área e está localizado dentro de uma antiga escola para meninas judias. Vale a pena bater perna e desbravar os cantinhos escondidos das ruas Auguststratsse e Sophienst.
Restaurante Pauly Saal 
Pratos entre 32 euros e 41 euros 
Auguststratsse. 11-13 
www.paulysaal.com 
10. Duas Alemanhas Os anos emque o país vivia dividido são lembrados por toda parte. Há trechos do muro mantidos em sua forma original, demarções no chão por onde o muro passava e alguns museus são dedicados a essa parte recente da história de Berlim. O mais interativo deles é o DDR, que mostra como era a vida dos alemães do lado oriental do muro, sob tutela da União Soviética. Nele é possível abrir os armários e ver que tipo de roupas e alimentos eles tinham acesso e até entrar num Trabi, o único veículo permitidos aos socialistas.
Museu DDR 
Karl-Liebknecht-Str. 1 
11. Ao ar livre

O rio Spree ganha praias artificiais no verão
Divulgação
O rio Spree ganha praias artificiais no verão

No verão, quando a temperatura bate facilmente os 35º C, o rio Spree vira mar e faz surgir muitas praias artificiais ao longo de seu comprimento, com direito a areia, espreguiçadeiras e bar. Outro bom programa ao ar livre é desfrutar dos parques de Berlim, o maior deles é o Tiegarten. Já um passeio pelo bairro de Kreuzberg, que desponta como um dos mais modernos, pode te levar para bem longe da Alemanha. É lá que fica o Türkischer Markt, um mercado turco que mostra o lado tradicional dos imigrantes. As barracas vendem frutas típicas da Tuquia, especiarias, tecidos e mais uma infinidade de produtos.
Türkischer Markt funciona às terças e sexta-feiras das11h às 18h30 
Kottbusser Damm

12. Baladas 
Berlim é a verdadeira cidade que nunca dorme. A noite berlinense virou referência mundial e tem baladas para todos os gostos e públicos. Difícil é sugerir um lugar específico. Uma boa dica para começar a noite é o moderninho restaurante vegetariano Cookies Cream, que para chegar até ele, no andar superior, é preciso antes passar pelo bar Drayton. O divertido é encontrar a entrada do restaurante, que fica num beco “decorado” com um candelabro empoeirado, latas de lixo e sofá abandonado. O point mais antigo e talvez um dos mais ecléticos é o Clärchen´s Ballroom. Inaugurado em 1913, ele consegue reunir uma enorme diversidade de frequentadores no mesmo ambiente, que tem banda ao vivo. Segudno a casa, um de seus clientes mais assíduos tem mais de 80 anos.

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